Pensamentos e filosofias
Língua presa
Depois de ver Isso (e também o link incluso) fiquei com vontade de aprender uma linguagem funcional (não que minha linguagem de alto nivel favorita não tenha esses recursos - que infelizmente podem sumir no futuro) :(.
Infelizmente acho que meu cérebro ainda não entendeu direito o esquema (não, PN não é o problema). Além do mais, nem os esquemas mais ridículos consigo fazer funcionar ( (+ 1 1) nao vale :P ). Junte a isso a ferramentas não muito estáveis, feitas em C impecável (coisas como *(p)++ == x; )
Chad Vader
Conheça Chad Vader, gerente do turno da manhã , servindo os supermercados do Império.
Veja os vídeos direto no YouTube Episode 1 e Episode 2
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Infelizmente acho que meu cérebro ainda não entendeu direito o esquema (não, PN não é o problema). Além do mais, nem os esquemas mais ridículos consigo fazer funcionar ( (+ 1 1) nao vale :P ). Junte a isso a ferramentas não muito estáveis, feitas em C impecável (coisas como *(p)++ == x; )
Chad Vader
Conheça Chad Vader, gerente do turno da manhã , servindo os supermercados do Império.
Veja os vídeos direto no YouTube Episode 1 e Episode 2

1 Comments:
why functional programming matters
what made lisp different
the roots of lisp
e, se você se entusiasmar pra valer, on lisp.
a princípio, se você tem funções de primeira ordem, você pode fazer funcional decente, mas na prática o que determina o quão "funcional" uma linguagem é são as convenções de uso. nesse sentido, ruby é bem mais funcional que python: desde a biblioteca-padrão você passa blocos de código (espécie de closures do ruby) pra lá e pra cá o tempo todo. até sintaxes como for e while são açúcar sintático para passagem de blocos.
claro que nem python nem ruby se comparam a lisp ;)
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